Para quem me acompanha pelo Twitter, sabe que há uns dias tive um "probleminha" com a TAM. Vou resumir aqui e logo em seguida vem o texto do email de resposta da TAM.
Gostaria de compartilhar com os leitores do blog a minha indignação com a falta de atenção, compromisso e responsabilidade que a TAM tem com os consumidores que ela diz "estender o tapete vermelho". Alguém sugere alguma ação para reverter essa situação?
No dia 7/2/2011, pela manhã, chegamos de Nova Iorque, no voo JJ 8081 no aeroporto de Guarulhos/SP. Depois de uma espera razoável vieram 2 das 4 malas que estávamos carregando. Essas 2 malas vieram com os zípers quebrados, me dirigi ao balcão da TAM para reclamações de danos às bagagens enquanto meu marido aguardava pelas outras malas.
No balcão, a funcionária da TAM falou que como na etiqueta do voo havia um selo do TSA - transportation security administration - o orgão lá em Nova Iorque havia aberto as malas para inspecioná-las e por esse motivo, a TAM não teria nenhum tipo de responsabilidade.
15 minutos passados, quase todos já haviam pego suas malas e nós lá ainda esperando. Enfim, vieram e resolvemos ir embora logo. Chegando em casa abrimos as malas e para nossa surpresa estavam faltando 2 ipods e 1 cabo de alimentação de energia do computador.
Depois de entrar em contato com a cia, colocar posts no twitter e um B.O. aberto, recebemos a seguinte resposta:
FALE - 35779758
São Paulo, fevereiro de 2011.
Prezado Sr. Daniel,
Tomamos conhecimento através de seu contato ao serviço Fale com o Presidente, bem como, de seu post no Twitter de suas observações a respeito das condições em que sua bagagem lhe foi entregue em 06/02, quando de sua viagem de Nova York a São Paulo.
Gostaríamos de esclarecer que tanto nos voos que chegam, como nos voos que partem dos Estados Unidos, os agentes de segurança federais americanos da TSA (Transportation Security Administration) fazem a fiscalização de todas as bagagens pelo sistema de raio X. Se julgarem necessário, esses agentes podem abrir as malas para fazer a revista manual mesmo que o Cliente não esteja presente. Caso isso aconteça, a TSA identifica a bagagem com um formulário informando da abertura da mala para revista.
Esses são procedimentos definidos pelas autoridades norte-americanas e, infelizmente, as companhias aéreas não têm como interferir nesse tipo de situação. Nossas equipes de check-in em Miami estão orientadas a avisar os Clientes da possibilidade dessa revista.
Com relação aos itens faltantes, é importante dizer que a eventualidade de ocorrências desagradáveis como essa é um dos motivos para que o Manual do Usuário do Transporte Aéreo determine que os passageiros transportem objetos de valor, eletrônicos, joias, dinheiro, etc. na bagagem de mão, pois, caso estejam na bagagem despachada, são de inteira responsabilidade do cliente.
Estas informações são amplamente divulgadas pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), Infraero e pela TAM por meio de seu site, placas nos balcões dos aeroportos e da distribuição de folhetos explicativos.
Informamos que não é possível realizar um processo de indenização pelos motivos acima expostos.
Esperamos contar com a sua compreensão e permanecemos à disposição para conhecer suas opiniões.
Atenciosamente,
Ouvidoria Fale com o Presidente
TAM Linhas Aéreas
Pode, simplesmente ficar assim?
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